domingo, 23 de setembro de 2012

Crítica à Crítica Artística


Como poeta sou permitido dizer algumas coisas;
Posso matar e criar pessoas;
Posso viver sonhos de sonhos
E também questionar idéias.

Não – essa é minha palavra.
O que faço é o que a imaginação alcança.
Não preciso rimar, não quero beleza ou métrica, muito menos fazer versos limpos,
Apenas expor o que penso, poeticamente.

O que digo e quero dizer
Depende do conteúdo e da arte de escrever. Só.

Sou livre para falar de mim, de você e de tudo.
Posso calar ou me tornar mudo;
Posso escolher um número e contar estrofes,
Assim como posso me fechar e parar quando quiser.

Minha poesia não é perfeita e não precisa ser,
Tenho liberdade para criar,
Privando-me de explicar os pequenos detalhes e falta de organização

- Também, gosto de confundir pela confusão que causo,
Confundindo até a confusa confusão que decidi criar para confundir
E não ter sentido.

Não vou me adequar a padrões ou a sua crítica -
O passado nos ensinou que o que é, é
E, em minha poesia, é o que eu quiser que seja.

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