quarta-feira, 20 de março de 2013

Brasil

Terra de poucos esta que nos pariu
Enquanto escarrava sua podridão em nossos corpos
De corrupção e privilégios prestigiados
Pelo que chamamos de Nação.

Linda terra esta onde carvalhos nascem cactos
Na infinita amplidão que surge do vazio do povo
Que morreu para garantir o desenvolvimento
E sustentação dos bens dos Bons... de novo.

Terra maravilhosa, ó pátria amada,
Onde seriedade não existe, que dirá preocupação.
Quisera eu ser livre para nascer mais uma vez
Em meio ao conformismo desta terra sagrada,
Imunda, lavrada pelos negros e'strangeiros
Que vieram de nosso pobre oriente e porão.

Terra inquieta, envolta e bem sucedida
Por toda a pureza que reside na mentira.
Terra nervosa, festejante e iludida
Pela falta de poesia nesta esquina escurecida.

Terra esta de má-educação e desonestidade,
As quais assolam até os melhores barracos
Na guerra imobiliária que compra e vende
Até os pedaços inférteis e insuficientes,
Que não dão nem para meio crente
Orar seus sonhos de ostentação.

Mas não posso reclamar do que ainda não se viu.
Mania essa que poeta tem de falar demais...
Perdoe-me, nação gloriosa de atitudes formais
Corrompida pela putaria que nasceu Brasil.

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