segunda-feira, 29 de abril de 2013

Sem Ritmo

Uma pena que em breve nada seremos.
Que droga a vida que vivemos...
Tudo igual. Tudo monótono.
Tudo... nada.

Uma pena que seja tão breve, entretanto.
Não sei se perco meu tempo, se divago ou canto
a melancolia que amarela as folhas de outono
- à espera do silencioso e sádico inverno sono.

Tudo vago. Todos vazios...
O que vale a pena, afinal?
Por qual motivo?


O tempo passa e a única solução que encontro é a dúvida.

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