domingo, 15 de dezembro de 2013

Nenhuma coisa alguma da mente

Não serei o poeta de uma chama ardente
nem de casais e amores caducos
mas do amor e seus gloriosos frutos
em minha honrosa alma eloquente.

Não cantarei versos de agonia
e não esconderei mistérios e segredos
por entre minhas frias mãos e dedos
das mais puras melancolias,

e somente serei o poeta do amor que sinto
se já nem sinto, sou eu mesmo, minto...
não sou quem sou, não sou a esmo...

e somente serei o poeta do ardor
se escrever para você e para mim, amor,
com você, sendo nós dois um mesmo.

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