segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Nona coisa alguma

Sôfregas palavras em versos esparsos,
pouca criatividade ao olhar para as pessoas,
um assobio aqui, um estalo ali...
o mundo parece diferente.

Ávidos são meus versos... curiosos, dispersos;
somente procrastinam a leitura desatenta do leitor
e, da dor, somente espreita-se em si e em mim
à procura de novas palavras de cunho nenhum.

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