sábado, 4 de janeiro de 2014

Choram e riem, choram e cantam

Choram, e riem, choram e cantam...
mas nada é como antigamente.

Poemas, espasmos de espantos esparsos.
Palavras pequenas, grandes e medianas
gritam pelas mãos de poetas escassos,
que transpõem mentes em linhas levianas.

Palavras agudas, graves e dissonantes
lacrimejam risadas, que escorrem e plantam
sementes de amor e ódio por entre amantes
que há muito deixaram de amar o que tanto amam.

E não há uma que escape de tamanha mente
poética e digressa, letras de um singelo poema.

E não há uma um pouco mais eloquente
que enxergue o mundo como um vasto e desnudo problema.

Nenhum comentário:

Postar um comentário