quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Amo em silêncio, meu amor, o amor que deveras sinto

Amo em silêncio, meu amor, o amor que deveras sinto
por ti, pela Lua, pela estrela e por teu contentamento.
Amo em segredo o amor que sinto, e sequer minto
ao ocultar meus sentimentos em teu próprio sentimento.

Amo em minha mente, meu amor, em amores inventados,
amores que ainda não foram proferidos, nem proliferados.
Amo buscando o vazio, o simples, o "eu te amo" em todos os versos
que escrevi para ti quando em ti me perdi, imerso.

Amo-te sozinho, em um auro amor de instante...
que perdura até hoje em meu coração de eternidade
e segue amando sem fazer do amor distante.

Amo-te em mim, refletido em ti como se fosse eu.
E amo a ti sem orgulho, preconceito e vaidade
agora que meu coração não é mais meu.

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