sexta-feira, 28 de novembro de 2014

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teu choro e o rio de lágrimas que se forma...
tua face e o amor, que ainda me transforma...
à estirpe dos Usher, as sombras de teus olhos, lascivos,
a mim são o véu que cobre teu rosto, nocivo.

teus braços choram o riso de escárnio em meu semblante,
e não penso em exultar de felicidade por perder-te, amante,
mas já não posso deixar um sorriso escapar 
se já não te encontras em ti mesma por não saber amar.

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