terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Esperança de minha juventude

Seu amor,
que tanto amou o amor da eternidade,
agora vive das cinzas de um sentimento
insípido e dizível.

Seu amor, 
que tanto durou e alimentou
o que hoje consideramos repulsivo...
Onde ele se esconde?

Não se sente sozinho
aí, no escuro, com seus livros e todo esse rancor
estampado na face?

Eu,
que tanto lhe acompanhei 
pelos sofrimentos e sensações indevidas,
que tanto lutei
pela alegria e dor invertidas,

agora 
somente 
torço 

para que você sinta falta de sentir.
e que aprenda a viver novamente.

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