segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Quando a mão solitária toca a carne

Quando a mão solitária
toca a carne;
quando corpos estremecidos
resplandecem juntos,
não há escuridão que apague 
os devaneios do amor.
Apesar dos males da beleza,
da convivência e de meu coração, cruamente revirado,
gosto de ver seu sorriso distraído refletindo meus olhos de incerteza e paixão.
Gosto de ver você, simplesmente, em seus vidros cristalinos repletos de perfumes e fragrâncias, que só sentimos ao estar com você.
Gosto de apreciar sua arte, de poetizar seus problemas e conversar sobre qualquer coisa, partindo sempre, cada vez e agora, dos mais doces e singelos sentimentos.
Ainda, não sou suficiente...
Poderia ser muito mais...
Porém, basta a mim ter seu amor para que eu mesmo comece a amar todo o amor do mundo.

2 comentários:

  1. Olá Paulo, adorei seu poema! Já escrevi poemas também. Já pensou em montar um livro com tanta coisa legal que tem aqui nesse blog? Se montar algum dia, ficarei feliz em divulgar lá no meu blog, já estou te seguindo, me siga de volta e tenha sempre resenhas fresquinhas a seus dispor.

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  2. Oi, Tayme, tudo bem? Que bom que gostou do poema!! Fico muito feliz com isso.
    Qual é seu blog? Os poemas estão nele?

    Na verdade, já tenho um livro publicado. Se chama Poética, assim como o blog.
    Você pode encontrá-lo neste link:
    Http://mielmiczuk.blogspot.com/2014/12/poetica-paulo-mielmiczuk/

    Pode ter certeza que seguirei de volta. E, se vc divulgar meu livro no blog, compartilharei na minha página também.
    Beijos

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