quinta-feira, 12 de março de 2015

E nada mais

Em meio à solidão de teus olhos e braços,
sou o vazio, o caminho... e nada mais.

Sou a eloquência, a dinâmica e o mutismo;
a miséria, permanência e o ludismo.

Sou a carência de teus abraços...
E nada mais.

Enquanto lágrimas escorrem,
meus sorrisos te acolhem,

mas não serei muito, ah! não serei;
sou o vazio, ainda, que um dia sentirei.

E, se não souberes meu amor, jamais,
serei somente eu, sozinho e pouco

sozinho... e nada mais.

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